Era um rapaz com olhos brilhantes como a lua, e azuis como o céu de inverno depois que o sol se põe. Nunca se soube a verdadeira origem de tamanha intensidade, e todos se perguntavam o que ele escondia atrás daquelas profundas poças de safira. Em um dia frio de outono, o vento soprou suave, beijou seu rosto e acariciou seus cabelos. Seus olhos se apagaram, e o rapaz se perdeu na escuridão.
